quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Cláudio Malcher presidente do PV de Ananindeua- Pará declara voto em Dilma

Palmério Dória: “PSDB é quadrilha organizada para vender o País. Na Petrobrás, só não venderam o “mastro”

doria

Via Jornal Poços 10 de MG 

Em 26/04/14

O Jornalista paraense  Palmério Dória diz que ex-presidente tem sorte de não sofrer mesmo destino de Carlos Menem e Alberto Fujimori, ex-presidentes que hoje estão presos

“Mensalão é pouco perto da emenda da reeleição”
Vamos comparar o mensalão à emenda da reeleição. Houve blindagem da imprensa ao presidente Fernando Henrique Cardoso? O sr. acha que o caso da emenda mereceria tanta repercussão quanto o mensalão?
É exatamente o inverso. O caso do mensalão é café pequeno perto da questão da emenda da reeleição, se pegarmos o volume de gente envolvida, as filas de parlamentares se vendendo, segundo diz Pedro Simon [senador pelo PMDB-RS], por exemplo. O mensalão está sendo reavaliado. O próprio Elio Gaspari [jornalista], em sua coluna, disse que, perto da história do propinoduto, o mensalão é café pequeno. Os números começam a aparecer. Sempre digo que os tucanos roubaram em um padrão galáctico. Só computação quântica pode chegar perto dos valores que houve em São Paulo, na privatização — para comprar a reeleição de FHC, porque não dá para separar as coisas, é como suplemento de jornal, as coisas estão unidas e coesas.
Sobre o propinoduto, a imprensa sabia do escândalo do metrô de São Paulo e fingia que não sabia…
Guardou [a imprensa] como o quarto segredo de Fátima…

Então, quando a “IstoÉ” publicou o caso, inicialmente a imprensa tentou desacreditar a investigação, sugerindo que era uma coisa política. Depois, os veículos noticiaram, alguns até dando manchete, como se nada tivesse sido publicado antes sobre o caso. A questão do metrô de São Paulo é, de fato, uma grande corrupção?

Não é uma coisa nova. O começo dessa história é com a Tejofran [conglomerado da área de infraestrutura], uma espécie de “guarda-chuva” de Antônio Dias Felipe, sócio de Zuzinha [Mário Covas Neto, filho do ex-governador de São Paulo Mario Covas, morto em 2001] e compadre do ex-governador Mário Covas. A Tejofran “garfava” mil contratos e depois terceirizava. No livro há o caso Siemens, o momento exato em que Renan Calheiros [senador pelo PMDB-AL) sai disparando do governo FHC, dizendo que Zuzinha era “a chuva ácida que iria erodir a biografia de Mário Covas”.

Todo esse escândalo remonta àquela época. Naquele período o jogo foi armado, os contratos todos. Em meu livro há o começo do caso Siemens e foi quando se rasgou a fantasia em torno da figura santificada de Covas. A Tejofran tem contrato de pedágio, passaporte, trem, tudo, enfim, é mesmo um guarda-chuva. Pegam os contratos e depois os distribuem. Acho que a origem do propinoduto está aí. Depois, aparece essa questão da imprensa. Precisou que a “IstoÉ” lançasse mil denúncias terríveis para que as pessoas vessem e reconhecessem. É o que eu digo: os tucanos são imbatíveis no quesito “roubalheira”.

Não estou dizendo que é lícito, porque todo roubo é roubo. Mas quando se compara o apartamento de R$ 20 milhões de Antonio Palocci [ex-ministro do Planejamento no governo Lula] a tudo isso que o PSDB protagonizou vê-se que há outra escala de roubo. No caso do campo de Libra dá para perceber. Não se pode comparar privataria a partilha. No caso de Libra, não estou vendo nenhum ladrão desse padrão planetário — daquele que domina paraíso fiscal, domina offshore etc. —, gângster mesmo. É claro que dá certa tristeza ver em um leilão desses alguém como Edison Lobão [ministro das Minas e Energia], mas sabemos que não é ele quem decide, que há alguém por trás dele. No tempo do PSDB no governo, era uma quadrilha organizada para vender o País. E venderam. No caso da Petrobrás, por exemplo, só não venderam o “mastro”, mas todas as condições para enfraquecer a empresa, para torná-la vulnerável, vem daquela época.

Mas e a compra daquela usina nos Estados Unidos por Sergio Gabrielli [ex-presidente da Petrobrás], o sr. não vê problema?
Sim, vejo um problema sério, mas gostaria de me ater ao livro, até porque eu não sou especialista em petróleo. O entrevistado principal do livro na questão de petróleo é Fernando Siqueira, que conta passo a passo como foi a tomada da estatal. FHC, já como ministro da Fazenda de Itamar Franco, cortou 52% do orçamento da Petrobrás, para já dizer a que tinha vindo.

Já era a preparação para a privatização?
Quando FHC entrou, a Petrobrás tinha 5 mil fornecedores. Foram desindustrializando e fatiando a empresa para vender. Queriam criar unidades para ir privatizando uma a uma. Foi naquela época também que houve a quebra do monopólio. Siqueira diz mais ainda: que Lula e Dilma Rousseff “amarelaram”, na questão do leilão [do campo de Libra], abriram as pernas mesmo. São forças terríveis, estamos falando de geopolítica, é jogo pesado internacional. O jornalista Mauro Santayana diz, com todas as letras, que o Brasil, se tem uma riqueza desse tipo, já deveria ter todo um aparato para defendê-la, com Forças Armadas, caças etc. Mas FHC vendeu até a segurança nacional, ao assinar o tratado de não proliferação e, de cara, já beneficiou os americanos, com o Sivam [Sistema de Vigilância da Amazônia] passado à empresa Raytheon, dos EUA. Venderam o espaço aéreo. Toda a fragilidade da Petrobrás hoje advém disso tudo, como diz também Mauro Santayana.

Do ponto de vista político, quais são os principais beneficiados com esse negócio de privatização?
Só o fato de não ter americanos na partilha, já é uma coisa fantástica, mas as pessoas reclamam dos chineses. Só que os chineses nunca tentaram nos invadir; os americanos, em 1964, estavam prontos para invadir o País se houvesse reação ao golpe. Tem um ponto interesse, que está na entrevista com o Guilherme Estrela à “Folha de S. Paulo”, quando ele conversou com a Graça Foster, dizendo que em 2015 a Petrobrás estaria preparada para fazer a exploração do pré-sal sozinha. A Dilma chegou a falar que seria um crime privatizar o pré-sal — e veja que não estou confundindo privataria com concessão ou partilha.

Mas pense bem: em 2014 teremos eleição. Já pensou essa riqueza na mão dos tucanos, a festa que seria? Temos de ponderar isso, as urnas estão vindo já e a Dilma pode ganhar ou perder, como todos os outros três candidatos. Nisso estou considerando candidatos Eduar­do Campos (PSB), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB). E quem eles representam? A Marina está andando a tiracolo com André Lara Resende [economista com PhD pela Uni­ver­sidade de Massachusetts (EUA)]. Ela ainda falou que é capaz de fazer “gestos teatrais” — as palavras são dela — para devolver o País ao chamado ajuste, que envolve arrocho salarial, de­semprego e outras questões. Aécio está fazendo aquela mes­ma entrega a domicílio nos Es­tados Unidos. Ele foi a Nova York e fez o mesmo discurso de FHC quando foi eleito, entregando o País aos piratas. Já Eduardo Campos fala de ajustes fiscais parecendo falar que vai fazer justiça com as próprias mãos.

Nisso aí, a turma de FHC está, na verdade, com as três candidaturas. É um jogo pesadíssimo.
Imagine, então, eles ganhando a eleição. Aí, em 2015 a parada é outra. Se você se lembra, David Zylbersztajn [primeiro diretor-geral da então recém-criada Agência Nacional do Petróleo (ANP), em 1998, liderou a quebra do monopólio da Petrobras na exploração do petróleo no Brasil], vendeu uma parte de Libra por R$ 250 mil, ou coisa assim. Isso não esteve nas mãos dos tucanos, só que eles não sabiam disso. Aliás, hoje nem teria a Petrobrax, não haveria nada, porque ela é para vender a Petrobrás, e isso eu não vi em nenhum lugar até agora.

Já estaria vendida a Petrobrás inteira, o Banco do Brasil, a Caixa Econô­mica, porque a briga toda de hoje em dia é questão de juros. Todos os candidatos estão vindo com a história de subir os juros no nível do mandato do FHC, porque eles não aguentam essa inclusão. Eles odeiam o Bolsa Família, como odeiam a Petrobrás, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica. E eu estou falando do mais perigoso deles, que está voltando com Eduardo Campos, que é Jorge Bornhausen [ex-presidente do DEM, hoje sem partido]. ACM [Antonio Carlos Magalhães, ex-governador, senador pela Bahia e uma das maiores lideranças da direita no País, morto em 2007] não é nada perto dele.


Mas eu falava sobre as pessoas beneficiadas pela privatização. Quando houve a privatização da telefonia, Carlos Jereissati, que é irmão de Tasso Jereissati [PSDB, ex-governador do Ceará] foi o maior beneficiado. Ou seja, teve também grupos políticos beneficiados, não?
Sem a menor dúvida. Agora, naquele caso houveram os grampos telefônicos. De 54 fitas, foram transcritas 2 ou 3. O esquema ali era de assalto, mas a imprensa sempre tratou essas questões como um desvio, como um caso policial, nunca enfrentaram esse assunto como gangue. O governo do Fernando Henrique Cardoso nunca foi tratado como um enorme esquema de formação de quadrilha. Eram vistos como casos isolados, como um “desvio de conduta”.

Essa esquema só houve nesse período na história do Brasil. É possível que o Fernando I [Fernando Collor de Mello, presidente de 1990 a 1992, quando sofreu impeachment] talvez tivesse vontade ou pudesse armar uma coisa parecida, mas não deu tempo. Mas o Fernando II [FHC] conseguiu armar um esquema de roubo. A organização criminosa aconteceu para lesar e vender o País durante o período FHC.

O Carlos Jereissati é o Anas­tasio Somoza [Anastasio Somoza Debayle, ditador que presidiu a Nicarágua de 1967 a 1979, seguindo uma dinastia de ditadores de sua família desde 1936] do Ceará. Sua família tem um Estado. O Ceará é uma holding dos Jereissati, mas isso nunca sai na imprensa, exceto por Sebastião Nery, que, inclusive, usou esse termo “holding”. São sujeitos que dão pistas para se fazer matérias impressionantes sobre organizações criminosas, mas a imprensa não faz isso. Você já viu em algum lugar uma investigação séria sobre a Rádio Arco-Íris, de Aécio Neves? Sobre os aviões em que ele circula pelo Brasil? Sobre o poder que ele exerce sobre a imprensa mineira, que não publica nada? Sobre a irmã dele, que é, de fato, quem manda? Nunca houve matérias completas sobre isso.

Euler de França Belém — A principal resposta do PSDB quanto às privatizações é que, por exemplo, a qualidade dos serviços de telefonia melhorou. Como o sr. vê essa justificativa?
Você inclusive falou sobre isso ao escrever sobre o livro, sobre os R$ 21 bilhões investidos na Telebrás às vésperas do leilão. Como você vai vender uma coisa quando se investe um valor exorbitante desses e dá de presente para o comprador? Hoje em dia isso é falso, porque nós pagamos uma das maiores tarifas telefônicas do mundo. Isso é uma lenda, uma lorota.
A revolução do sistema de telefonia teria de qualquer jeito, foi uma estupidez político-estratégica, em sentido mais amplo, o Brasil não ganhou nada com isso, a revolução aconteceria de qualquer maneira. Foi um roubo incomensurável, inquestionavelmente uma roubalheira.
Quando você fala de privatização, esse livro não trata de privatização, mas, sim, de privataria, que é outra coisa.

O leilão da Petrobrás, por exemplo, foi feito em cima de pressões terríveis. Essas são jogadas internacionais, não dá para pegar em apenas um detalhe, como no caso da telefonia. O livro mostra as perversidades. Para fazê-lo, nós fomos às periferias de São Paulo para conviver com o povo, para ver qual a tarifa de luz, para descobrir como alguém com salário mínimo paga R$ 500 de luz. Há pessoas querendo se suicidar por causa das dívidas pendentes. É só entrar na periferia para ver isso. A telefonia é a mesma coisa. Ampliou-se o papo furado, a maioria das pessoas usa os pré-pagos e ainda pagam tarifas espantosas para esses grupos. Enfim, a roubalheira continua, eu não sei como se estrutura isso, talvez seja tarefa para um outro livro.

Um dos capítulos do livro mais esclarecedores sobre as desmontagens de bancos com caixa, foi quando fizemos uma “entrevista mediúnica” com Aloysio Biondi. Tentamos trocar em miúdos o que foi essa roubalheira. Esse capítulo deixa claro que não dá para comparar o que aconteceu naquela época, de quase 10 anos de tucanato, ao que acontece agora. E não estou sendo benevolente com o que está acontecendo agora.

Cezar Santos — Mas fica parecendo isso: que o sr. sataniza muito um período para “angelizar” o outro — no caso, o período atual, sendo que as evidências estão aí. Por mais que a gente tenha de desconfiar de uma mídia que passa mensagens interessadas, a corrupção desse governo é muito evidente. Ou não?
Eu vejo, sim, o que acontece. Mas eu não estou tratando disso no livro, tanto que o título inicial pensado seria “Honoráveis Bandidos 2” — nem usaríamos o termo “privataria” na capa, isso foi uma decisão tomada na sequência. Se nós queremos pegar uma época, temos de nos situar em tal época. Como já disse, acho que Lula já foi “contemplado” com muitos livros, enquanto não havia nenhum do período FHC.

Artigo de Atnágoras Lopes: 2º turno no Brasil: Uma encruzilhada onde estamos impedidos de virar à esquerda?

                                                              
Se virar à direita dá Aécio (PSDB). Um projeto das elites; Os petistas nos dizem que virar à esquerda é manter Dilma (levando junto, de quebra, os aliados dela e sua opção de governar com os ricos) e "PT saudações"...
Estamos diante de uma eleição polarizada. Isso, depois de anos de frieza e aparente hegemonia, tem o seu valor. Esse cenário se explica, entre outras coisas, pelos levantes e greves que ocorrem desde junho do ano passado e mudaram a situação política de nosso país. As pessoas estão cansadas de políticos corruptos que, com má utilização do dinheiro público, só enriquecem a si, seus financiadores e familiares. O povo sabe que eles fazem essa farra em detrimento da falta de moradia, de saneamento, de educação, de saúde e de transporte público acessível e de qualidade para a maioria da população que vive somente de seu trabalho e hoje exige mudanças.
Esse sentimento (que exige mudanças) vem sendo disputado pelas duas candidaturas que ora chegaram ao segundo turno das eleições presidenciais. De um lado, Aécio (PSDB) que representa o retorno de uma política, categoricamente, liberal e a serviços dos Bancos, das Empreiteiras, do lucro das multinacionais e de uma filosofia privatista que defende um Estado cada vez mais diminuído, quanto as suas responsabilidades sociais e no que se refere à proteção aos direitos básicos e coletivos da população. Na verdade ele pretende levar o Brasil a uma condição de um sócio menor das empresas e bancos nacionais e estrangeiros. Acrescenta-se a isso a intolerância e a repressão aos movimentos sociais, que sempre marcaram os governos ditos “Tucanos”.
Do outro lado está Dilma e o PT e também encontramos hoje: Sarney, Collor de Melo, Renan Calheiros, Jader Barbalho, Edir Macedo e tantas outras velhas figuras que, na opinião mais geral dos que se mobilizam por mudanças, também representam o atraso e a velha política carreirista e corrupta; Todos esses são agentes do clientelismo, do cinismo e do destrato com a coisa pública para beneficiamento próprio e de seus “patrocinadores”. Por falar em patrocínio, é flagrante ver que grande parte das empreiteiras, empresas e bancos que financiam a campanha de Aécio, também investem fortunas na candidatura da petista. Assim, se queremos, de fato, ir à esquerda, não dá pra dizer que devemos manter o atual governo e “PT saudações...”.
Nesses dias de embate eleitoral, enquanto vimos o desaparecimento das grandes manifestações de massa, também assistimos o PT e o PSDB omitirem temas chaves e estruturais para o futuro de nosso país; Isso se deu por que ambos defendem “Seguir remetendo metade de todo orçamento anual para o pagamento de juros e serviços da dívida pública”. Essa atitude revelou que são iguais os que, na aparência ou passado, poderiam ser diferentes. Essa opção os
obriga a apontar um mesmo caminho: Nosso país não vai mudar; Seguirá submisso aos interesses da “banca internacional” e não atenderá as exigências de mudança cantadas e gritadas nas ruas e greves de nossas terras tupiniquins; Hoje alçada a posição de 7ª economia do mundo.
Como parte desse filme, estamos assistimos o reflexo dessa disputa se expressar em amplos setores, organizações, classes sócias e personalidades de nossa sociedade. Mesmo que estejamos tratando de uma fita inteira o que aparece com maior relevância, é apenas uma fotografia. Essa imagem mostra uma encruzilhada com duas estradas a serem tomada: A que dá em “uma onda conservadora” (Aécio) ou a que nos leva a manter um aparente “mal menor” (Dilma). Assim, para infelicidade de toda uma geração, segue prevalecendo um velho dito popular: “todo caminho vai dar na venda!”; literalmente falando.
Nossa tarefa é ir em frente; Anular o voto e manter o pé na estrada das lutas, das greves e das manifestações para reconstruirmos o caminho que, verdadeiramente, nos leve a uma virada à esquerda.
Atnágoras Lopes
Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas
Foto Rui Baiano Santana

Posto do filho de Jatene: O blog Ananindeuadebates postou em 14 de janeiro de 2011

Gasolina em Família...


Os carros da Casa Civil do governo do Estado do Pará, estão sendo abastecidos em um posto de gasolina que fica na Jerônimo Pimentel com D. Romualdo Seixas em Belém. Seria bom o Ministério Público averiguar a quem pertence o referido posto de gasolina.

Movimento Pró-Frente lança manifesto em apoio a Dilma




O MPF na luta para derrotar a direita
e eleger Dilma no 2º turno

Considerando que hoje não se encontra configurada no País uma alternativa de unidade popular ampla, capaz de mobilizar as maiorias e realizar as reformas econômico-sociais de caráter democrático, nacional, antimonopolista e antilatifundiário, que nossa gente precisa há tempos;
Considerando, também, que a chapa tucana é o ponto de convergência dos grandes interesses financeiros mais internacionalizados, dos políticos mais servis à geopolítica estadunidense, dos principais inimigos do povo e dos grupos mais retrógrados da sociedade política brasileira, inclusive os saudosistas do regime militar e os monopólios dos meios de comunicação;
Considerando, ainda, a intenção conservadora de aplicar nacionalmente as orientações que impuseram a Minas Gerais e nesse estado provocaram a derrota do PSDB em primeiro turno, de uma administração conforme os critérios da empresa privada e do Banco Mundial, passando por um governo associado a lobbies privados e pela terceirização dos serviços estatais, até o abandono das políticas sociais e a hostilidade ao funcionalismo público;
Considerando, adicionalmente, o propósito demotucano de aprofundar radicalmente a privatização do patrimônio público, de aniquilar os direitos trabalhistas e de achatar os salários dos trabalhadores, com a desculpa de reduzir o que chamam, pejorativamente, de “Custo Brasil”;
Considerando, ademais, a urgência de evitar a volta dos preconceitos elitistas contra os pobres e combater o plano de jogar o peso da crise sobre os assalariados, bem como a necessidade de manter as conquistas do mundo do trabalho, aprofundar as medidas em benefício dos setores menos favorecidos, abrir brechas às lutas populares e promover novas políticas de alcance social;
Considerando, inclusive, o discurso que pretende ilegalizar, judicializar e criminalizar mais ainda a pobreza e os movimentos de massa, bem como manipular a opinião pública, restringir as liberdades democráticas, engessar a vida político-partidária e reinterpretar os direitos fundamentais à luz dos interesses dos magnatas;
Considerando, por fim, a necessidade de manter e aprofundar a relação diplomática com os governos progressistas e democráticos da América Latina, bem como impedir o retorno do Brasil à condição de completa subserviência aos desígnios de Washington;
O Movimento Pró-Frente chama seus partidos, organizações, militantes, aliados e amigos a votarem em Dilma Rousseff neste 2° turno e a agirem com o objetivo comum de combater a direita, barrar o retrocesso e derrotar Aécio Neves.

Brasil, 13 de outubro de 2014,
O Movimento Pró-Frente
(Brigadas Populares, Polo Comunista Luiz Carlos Prestes e Refundação Comunista)

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Fafá de Belém tem show cancelado, alega que é por causa do apoio a Aécio

Fafá de Belém acusa prefeito petista de Vitória da Conquista de cancelar show após apoio a Aécio
Via site Bahia Notícias
A cantora Fafá de Belém entrou de cabeça na campanha de Aécio Neves e isso parece estar causando problemas comercias para a artista paraense (Recebeu grana: No mês de outubro R$ 300 mil para chorar no Círio de Belém. pago pelo governo do estado, e R$ 100 mil para cantar  em uma inauguração de uma praça em Ananindeua-Pará. Administração do PSDB NT. Ananindeuadebates). Fafá relatou em sua conta oficial no Instagram que após aparecer no programa eleitoral pedindo votos para o tucano, o prefeito de Vitória da Conquista, Guilherme Menezes, do PT, cancelou a apresentação que faria na cidade. Confira os detalhes, a declaração da artista e a resposta da prefeitura na Coluna Holofote!

Coordenador da campanha de Aécio, prevendo vitória de Dilma defende golpe: “O Brasil rejeitou o PT. Dilma não teria condições de governar o Brasil”,

Alberto Goldman,  coordenador da campanha de Aécio Neves em São Paulo, lança texto golpista na página do site do partido, questionado o resultado das urnas no primeiro turno e já prevendo uma derrota de Aécio, questiona a governabilidade pela via democrática . Leia mais